No evento que assinalou a entrada
em funcionamento do Programa de Desfibrilhação Automática Externa do Sport
Lisboa e Benfica, o Presidente do INEM, Paulo Amado de Campos, felicitou o
Benfica por ter dado “um passo excecional no propósito de salvar vidas” e no
esforço mostrado em “acompanhar a história da emergência médica”.
A minha Verdade
Afinal, foi assim!
2015/01/24
2014/03/21
Porquê escolher um DAE LIFEPAK CR+
Choques até 360
Joules
A principal razão para preferir um Desfibrilhador Automático Externo Physio-Control é a sua comprovada eficácia em converter a fibrilação ventricular recorrente, por contar com choques de mais alta energia.
O número médio de choques
necessário para converter uma fibrilação é de 6 ou 7, sendo muito raro
converter uma fibrilhação com um único choque.
Outros DAE entregam até 150 joules, enquanto os DAE Physio – Control estão programados para entregar no primeiro choque uma energia de 200 J, e se esse choque não for eficaz, os
choques seguintes serão de energia superior.
Outros DAE entregam até 150 joules, enquanto os DAE Physio – Control estão programados para entregar no primeiro choque uma energia de 200 J, e se esse choque não for eficaz, os
choques seguintes serão de energia superior.
1º choque: 200 Joules
2º choque: 300 Joules
3º choque e restantes : 360
Joules
O Comité de Ligação Internacional de Ressuscitação 2010 Cardiopulmonar e de apoio à Emergência Cardiovascular com Recomendações de Tratamento ( ILCOR consenso científico ) afirma que "a evidência de um estudo randomizado bem desenvolvido ( LOE1 ) e de outro estudo com seres humanos ( LOE2 ) usando formas de onda BTE ( bifásica truncada exponencial ) sugerem que níveis de energia mais elevados estão associados a maiores taxas de sucesso de choque" .
Relativamente a esta questão, as
Diretrizes 2010 do Conselho Europeu de Ressuscitação (ERC) recomendam um choque
bifásico inicial ideal entre os 150J e os 200J, e "se o primeiro choque
for mal sucedido e se o desfibrilador estiver preparado para fornecer choques
de uma energia superior, é razoável aumentar a energia para choques posteriores
" .
O protocolo padrão de 200J - 300J - 360J aplicado nos desfibriladores bifásicos Physio Control, é consistente com esta recomendação.
O protocolo padrão de 200J - 300J - 360J aplicado nos desfibriladores bifásicos Physio Control, é consistente com esta recomendação.
Este protocolo de energia tem
sido amplamente utilizado de forma eficiente e é bem apoiado em evidências
clínicas. Este protocolo de energia pode ajudar a minimizar o atraso na
reversão de ritmos chocáveis e interrupções de PCR (Paragem Cardiorrespiratória).
reversão de ritmos chocáveis e interrupções de PCR (Paragem Cardiorrespiratória).
Além disso, com base na sua
revisão das evidências publicadas, o documento do Comité Científico do ILCOR
estabelece que "estudos humanos utilizando ondas Bifásicas Truncadas
Exponenciais com níveis de energia até 360 J não apresentaram danos, indicados
pelos níveis de biomarcadores, resultados de ECG e fração de ejeção. "
Choques bifásicos são amplamente reconhecidos por oferecer altos níveis de reversão da FV (Fibrilhação Ventricular) mesmo quando utilizado baixo consumo de energia.
Choques bifásicos são amplamente reconhecidos por oferecer altos níveis de reversão da FV (Fibrilhação Ventricular) mesmo quando utilizado baixo consumo de energia.
Enquanto alguns estudos têm
relatado taxas de desfibrilação acima de 90%, vários relatos clínicos,
refletindo a experiência com centenas de pacientes em paragem cardíaca,
mostraram taxas muito mais baixas (70%) de reversão da FV, quando são usadas
energias mais baixas para o primeiro choque ( 100J - 150J ) e seguintes ( 150J -
200J ) .
Estes relatórios indicam que o
uso de um esquema de choques bifásicos com baixos níveis de energia pode deixar
um amplo espaço para melhorias no desempenho desfibrilação.
Um estudo controlado randomizado com pacientes
em paragem cardíaca não hospitalar, tratados com choques bifásicos mostrou que,
em pacientes que necessitam de mais do que um choque com DAE (desfibrilhador
automático externo) com um protocolo de energia - 200J - 300J - 360J, ofereceu
níveis significativamente mais altos de conversão da fibrilhação e conversão a
um ritmo cardíaco organizado, do que um regime fixo de 150 J para todas as
descargas.
GNR apresenta viatura equipada com desfibrilhadores
por Texto da
Lusa, publicado por Lina Santos
Hoje
A primeira
viatura de patrulhamento da GNR equipada com um desfibrilhador automático
externo (DAE) vai ser hoje apresentada em Monsaraz, concelho de Reguengos de
Monsaraz, numa iniciativa que tem o arranque no Alentejo.
A viatura
hoje apresentada, numa cerimónia que conta com a presença do ministro da
Administração Interna, Miguel Macedo, pertence ao posto territorial de
Telheiro/Monsaraz, o que a transforma na primeira localidade a dispor de um
carro de patrulha com DAE.
Segundo a
Guarda Nacional Republicana, esta iniciativa arranca no Alentejo e integra-se
no conceito do policiamento de proximidade. As normais viaturas de patrulhamento
passam a estar equipadas com DAE e os militares a deterem formação específica e
certificação na utilização de DAE, para resposta a casos de emergência de
paragem cardiorrespiratória.
Para a
corporação, este passo representa "uma enorme mais-valia no início do
socorro a vítimas de paragem cardiorrespiratória, até chegada de ajuda
diferenciada".
Depois de
Monsaraz, a GNR vai instalar viaturas de patrulhamento equipadas com DAE no
posto territorial de Vendas Novas e no posto de trânsito de Estremoz.
Numa nota
enviada à imprensa, a corporação adianta que pretende alargar, a curto e médio
prazo, esta viatura a todo o dispositivo da Guarda.
2012/11/15
O AMOR É...DORMIDAS
Proveitos da hotelaria caem 2% até setembro - INE
As dormidas nos hotéis estabilizaram nos
primeiros nove meses deste ano, aumentando 0,2% face ao período homólogo
de 2011, mas os proveitos caíram 2% para 1,5 milhões de euros, segundo
estatísticas do INE.
Entre janeiro e setembro, a hotelaria registou 32,5 milhões de
dormidas, um valor muito próximo do dos primeiros nove meses de 2011, e
acolheu 11,1 milhões de hóspedes, menos 1,2% que no período homólogo
anterior, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de
Estatística (INE).
Só em setembro a hotelaria registou 4,6 milhões de dormidas, mais 3,6% do que no mesmo mês de 2011, contribuindo para este resultado o ligeiro acréscimo (mais 0,4%) do mercado interno, que inverteu a tendência decrescente verificada há doze meses consecutivos.
Só em setembro a hotelaria registou 4,6 milhões de dormidas, mais 3,6% do que no mesmo mês de 2011, contribuindo para este resultado o ligeiro acréscimo (mais 0,4%) do mercado interno, que inverteu a tendência decrescente verificada há doze meses consecutivos.
@ Agência Lusa
2012/05/10
O AMOR É...MUITO ESTRANHO
Carlos Cidade, o silêncio é um biombo!
Escrito por Hugo Duarte
Quinta, 10 Maio 2012 17:57
Lembro-me do célebre
biombo que Carlos Cidade referia quando falava, em 2008, da candidatura
de Henrique Fernandes à liderança concelhia do PS/Coimbra . O discurso
de Cidade, ele próprio, era uma espécie de biombo mais fechado; nunca
fui capaz de comprender a sua falta de frontalidade.
Há biombos que parecem
nunca cair, a oposição do Partido Socialista na Câmara Municipal de
Coimbra (CMC) é uma espécie de biombo.
O vereador Paulo Leitão
(PSD) é arguido, numa situação directamente relacionada com a gestão da
coisa pública na área do urbanismo, e o silêncio do PS/Coimbra incomoda
os socialistas.
O actual director de
urbanismo da CMC é o segundo a ser constitído arguido num horizonte de
sete anos, como assinalou o “Campeão”, sendo que o silêncio do
PS/Coimbra incomoda o cidadão.
Porque será?
Estratégia? Mas que estratégia de oposição, se não afronta claramente a
falta de transparência na gestão da coisa pública?!. Mas que estratégia é
esta que só denuncia o que lhe apetece.
Houve um caso de desfalque nos SMTUC, imputado a um funcionário. Foi, provavelmente, muito grave. E agora é tudo muito ligeiro?
Compreendo que o
PS/Coimbra ande preocupado com as questões das «repúblicas» estudantis e
dos impostos que colocam em risco a sua existência, mas, camarada
Carlos Cidade, o problema está na República Portuguesa e nos abusos que
ela tem sofrido.
Sem denunciar estes
abusos tudo o resto está em causa, até para que não corra aquele vulgo
habitual de que “são todos iguais”. Às vezes, fico com a sensação que
Carlos Cidade prefere liderar a oposição em vez de ajudar a eleger um
executivo socialista.
São sinais, porque os silêncios também falam ou se falam.
2012/05/01
O AMOR É...VIR E VOLTAR
87% dos turistas querem voltar a Portugal nos próximos 3 anos
Os turistas estrangeiros que visitam Portugal fazem um balanço muito positivo das suas férias (88%) e na esmagadora maioria pretendem regressar a Portugal. Estas são algumas conclusões do estudo Satisfação de Turistas, realizado durante a época baixa para o Turismo de Portugal, à saída dos aeroportos nacionais.
Com a oferta cultural e natural, a par da simpatia das pessoas, a serem os principais factores de satisfação, 87% dos turistas que nos visitam pretendem regressar a Portugal nos próximos 3 anos. De forma geral, o balanço das férias realizadas é muito positivo (88% dos casos), e 40% afirma mesmo que a viagem excedeu as expectativas. De acordo com os resultados do inquérito, os turistas provenientes do Brasil são os mais entusiastas nas avaliações, registando níveis de satisfação superiores à média dos restantes turistas.
A oferta natural e cultural é considerada o “ponto forte” de Portugal, uma vez que as paisagens, praias, monumentos/museus e gastronomia e vinhos são os pontos que registam os níveis de satisfação mais elevados (88%). A simpatia da população local é outro aspecto importante para a avaliação positiva do destino (75%).
Ainda de acordo com o inquérito, Lisboa e Porto são as regiões mais visitadas, sendo a capital mais escolhida pelos turistas espanhóis, holandeses e brasileiros, enquanto os franceses visitam mais o Porto.
Na sua estadia em Portugal, a grande maioria dos turistas (78 %) prefere o alojamento mais qualificado (hotel/apart-hotel/pousada) onde passa, em média, seis noites. Na fase de planeamento, a internet continua a ser o maior impulsionador da escolha de Portugal como destino de férias (33%), seguido do conselho de familiares ou amigos (25%).
O Estudo foi realizado em Março deste ano, envolvendo 600 entrevistas a turistas de Espanha, Reino Unido, Alemanha, França, Holanda, Irlanda e Brasil.
M.F.
Os turistas estrangeiros que visitam Portugal fazem um balanço muito positivo das suas férias (88%) e na esmagadora maioria pretendem regressar a Portugal. Estas são algumas conclusões do estudo Satisfação de Turistas, realizado durante a época baixa para o Turismo de Portugal, à saída dos aeroportos nacionais.
Com a oferta cultural e natural, a par da simpatia das pessoas, a serem os principais factores de satisfação, 87% dos turistas que nos visitam pretendem regressar a Portugal nos próximos 3 anos. De forma geral, o balanço das férias realizadas é muito positivo (88% dos casos), e 40% afirma mesmo que a viagem excedeu as expectativas. De acordo com os resultados do inquérito, os turistas provenientes do Brasil são os mais entusiastas nas avaliações, registando níveis de satisfação superiores à média dos restantes turistas.
A oferta natural e cultural é considerada o “ponto forte” de Portugal, uma vez que as paisagens, praias, monumentos/museus e gastronomia e vinhos são os pontos que registam os níveis de satisfação mais elevados (88%). A simpatia da população local é outro aspecto importante para a avaliação positiva do destino (75%).
Ainda de acordo com o inquérito, Lisboa e Porto são as regiões mais visitadas, sendo a capital mais escolhida pelos turistas espanhóis, holandeses e brasileiros, enquanto os franceses visitam mais o Porto.
Na sua estadia em Portugal, a grande maioria dos turistas (78 %) prefere o alojamento mais qualificado (hotel/apart-hotel/pousada) onde passa, em média, seis noites. Na fase de planeamento, a internet continua a ser o maior impulsionador da escolha de Portugal como destino de férias (33%), seguido do conselho de familiares ou amigos (25%).
O Estudo foi realizado em Março deste ano, envolvendo 600 entrevistas a turistas de Espanha, Reino Unido, Alemanha, França, Holanda, Irlanda e Brasil.
M.F.
30/04/2012
O AMOR É...ATÉ QUE ENFIM
| Sinais exteriores de riqueza tiram direito a Rendimento Social de Inserção |
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| Segunda, 02 Abril 2012 00:00 |
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As novas regras, que são também avançadas pelo Jornal de Notícias e o Expresso, ditam que os beneficiários do RSI passam a perder automaticamente a prestação social caso sejam proprietários de um carro, detenham contas bancárias familiares iguais ou superiores a 25 mil euros ou se recusem a prestar “trabalho útil à comunidade”. Os beneficiários que ameaçarem ou coagirem funcionários da Segurança Social – têm sido relatados casos de violência de pessoas que tentam dessa forma manter o RSI – também perdem direito à prestação social, assim como os que forem presos. Esta última alínea inclui mesmo presos preventivos. A renovação do RSI deixa de ser automática e, segundo o Correio da Manhã, só será atribuído após a assinatura obrigatória de um “contrato de inserção”. Este prevê um conjunto de obrigações familiares – frequentar a escola, cumprir o plano de vacinação e estar inscrito num centro de emprego. Os cidadãos estrangeiros só terão direito ao RSI após um ano a viver em Portugal, no caso dos europeus, ou após três anos, no caso dos extracomunitários. Renovação automática do RSI é prática “perniciosa”, diz CDS Na sequência das notícias avançadas neste sábado, o líder parlamentar do CDS-PP, Nuno Magalhães, disse desconhecer “em concreto” a proposta de lei, mas defendeu que a renovação automática da atribuição do RSI deve acabar. Nuno Magalhães considera tratar-se de uma prática “perniciosa”. “Não conheço em concreto a proposta de lei”, declarou à Lusa. “Mas conheço o programa de Governo e as declarações de vários membros do Governo. Consideramos bastante positivas várias alterações que esta proposta de lei, segundo julgamos saber, contém, desde logo a renovação automática de uma prestação que deve ser temporária”. Atualmente, o RSI é «renovado automaticamente, sem as pessoas terem de fazer prova anualmente», disse Magalhães, considerando-a uma prática «perniciosa». “O RSI é positivo para situações transitórias, para ajudar pessoas que efectivamente se encontram em situação de emergência, não constitui um modo de vida ou um financiamento por parte do Estado”, acrescenta o deputado eleito pelo círculo de Setúbal. Notícia publicada no Público online |
2012/04/27
O AMOR É...DISCURSO
É
com enorme prazer que, em meu nome pessoal e em nome do Conselho de
Administração da Empresa Municipal Turismo de Coimbra, me associo a este Primeiro
Congresso Internacional de Turismo, Lazer e Cultura, subordinado ao tema
“Destinos, Sustentabilidade e Competitividade”.
Se
dúvidas existissem sobre o êxito deste encontro de reflexão promovido pelos
cursos de Turismo da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra,
Departamento de Geografia da Universidade de Coimbra e Centro de Estudos de
Geografia e Ordenamento do Território, em estreita colaboração com a Turismo de
Coimbra, Empresa Municipal, elas dissiparam-se face à excelência do painel de
conferencistas e individualidades presentes.
Ter
em Coimbra, nesta iniciativa, a Exma. Senhora Secretária de Estado do Turismo Dra. Cecília Meireles, os
Exmos. Senhores Ministro do Plano e Desenvolvimento de S. Tomé e
Príncipe, Vice-Ministro da Hotelaria e Turismo da República de Angola, Presidente
da EMBRATUR em representação da Secretária Nacional de Políticas de Turismo do Brasil,
Director Geral do Turismo da
Guiné-Bissau,
para além de reconhecidos especialistas nacionais e internacionais, dá bem
conta da excelente qualidade deste evento científico.
A Câmara Municipal de Coimbra, através da Empresa
Municipal de Turismo, congratula-se, pois, por colaborar de forma estreita com
os organizadores do Congresso, desejando que este seja um ponto de partida para
futuras parcerias, sempre com o objectivo de posicionar Coimbra como local
estratégico da actividade turística.
Nesta altura o Turismo conquistou um papel central
na economia portuguesa e é hoje líder nas exportações, na sustentabilidade, na
inovação e na criação de emprego. Considerando ainda os diferentes indicadores
disponíveis e as previsões contidas na proposta de revisão do Plano Estratégico
Nacional de Turismo no horizonte de 2015, somos obrigados a fazer uma avaliação
muito positiva, já que Coimbra continua a apresentar uma clara tendência de
crescimento neste sector.
.
Avaliando os dados relativos ao número de turistas
que procuraram os postos de turismo da nossa cidade e comparando esses dados
com os de 2010, concluímos que a procura turística em Coimbra cresceu, este
ano, 8%.
Apesar da satisfação, Coimbra não pode adormecer.
Ainda há um longo caminho a percorrer, para afirmar, de forma ainda mais
sustentada, a cidade como destino turístico incontornável nos mercados interno
e externo, e também como pólo de produção de saber na área do turismo.
É na concretização destes objectivos que a Câmara
Municipal de Coimbra, através da Empresa Municipal de Turismo, em articulação
com os diversos agentes da cidade, vai continuar a trabalhar.
O reforço da marca COIMBRA é, pois, um objectivo
fundamental.
Tal como é imperioso o reforço do peso do sector
turístico na cidade.
O esforço considerável que tem sido feito nos
últimos anos, para a divulgação de Coimbra como destino turístico de
excelência, tem que continuar.
O desafio é fazer mais e melhor!
Procurar aumentar o número de visitantes e o seu
tempo de permanência, visando uma melhoria sempre progressiva da sua
satisfação, ao proporcionar-lhes experiências que só aqui podem viver.
Para tal, é preciso reforçar e diversificar as
actividades promocionais.
No fundo, é necessária uma política consistente de
promoção e animação turísticas.
Coimbra é uma cidade com história. Com 900 anos de
história enquanto concelho, desde que em 1111 D. Henrique e D. Teresa lhe
concederam o foral.
Mas é também uma cidade moderna.
E é neste conjunto harmonioso de tradição e
modernidade que tem que assentar uma política forte de promoção turística.
Coimbra tem um enorme potencial turístico, a
começar pela “marca COIMBRA”, que facilmente acompanha uma série de produtos
estratégicos definidos no Plano Estratétigo Nacional de Turismo, como são a
“Saúde e Bem Estar”, o “City/Short breaks”, o “Touring cultural e
paisagístico”, a “Gastronomia e Vinho” e ainda, com grande margem de crescimento,
as Meeting Industries, onde se centrará em grande medida a aposta da Turismo de
Coimbra no futuro.
Urge, pois, um crescente investimento na área
M.I.C.E., dando visibilidade a Coimbra, Cidade da Saúde e Educação como “o”
destino turístico entre Lisboa e Porto, neste produto estratégico.
Assim, o maior projecto de promoção do turismo
prende-se com a requalificação de um espaço patrimonial histórico, como é o
Convento de S. Francisco, que se assumirá como Centro de Congressos de Coimbra,
conferindo dimensão à oferta e proporcionando qualidade ao produto estratégico
das reuniões e congressos.
Não dispomos de uma “Praia Jalé” nem de “Santolas
de Neves”;
O nosso rio apesar de doce não se chama “Curubal”
e não passamos por “Susana” nem chegamos a “Praia Varela” por uma “Castanha de
Cajú”.
Aqui, também não comemos “Moamba de Galinha” a
olhar a “Praia das Miragens”, nem a admirar a Welwichia Mirabilis no “Parque
Nacional do Iona”;
Não saboreamos a “Muqueca Capichaba”, como aquela
que só se come em Vitória do Espirito Santo;
Não temos
dunas de Jericoacoara e, somos só saudade daquela cadeira que foi de Jorge
Amado, na varanda do mercado Modelo, com Todos os Santos na nossa frente, na
Bahia.
Mas queremos muito, que no intercâmbio de culturas
entre os nossos países, com a língua portuguesa sempre a acompanhar-nos, esteja
o segredo para um futuro melhor.
·
Esperando poder voltar a encontrar todos no 2º Congresso, termino com um enorme obrigado à
organização deste primeiro Congresso de Turismo, Lazer e Cultura da Cidade de
Coimbra, na pessoa da Exma. Senhora Professora Doutora Fernanda Cravidão.
·
Obrigado
Presidente
do CA da Turismo de Coimbra, EM
Luis
Providência
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