2012/11/15

O AMOR É...DORMIDAS

Proveitos da hotelaria caem 2% até setembro - INE

Entre janeiro e setembro, a hotelaria registou 32,5 milhões de dormidas, um valor muito próximo do dos primeiros nove meses de 2011, e acolheu 11,1 milhões de hóspedes, menos 1,2% que no período homólogo anterior, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Só em setembro a hotelaria registou 4,6 milhões de dormidas, mais 3,6% do que no mesmo mês de 2011, contribuindo para este resultado o ligeiro acréscimo (mais 0,4%) do mercado interno, que inverteu a tendência decrescente verificada há doze meses consecutivos.
@ Agência Lusa

2012/05/10

O AMOR É...MUITO ESTRANHO

Carlos Cidade, o silêncio é um biombo!  

Escrito por Hugo Duarte  

Lembro-me do célebre biombo que Carlos Cidade referia quando falava, em 2008, da candidatura de Henrique Fernandes à liderança concelhia do PS/Coimbra . O discurso de Cidade, ele próprio, era uma espécie de biombo mais fechado; nunca fui capaz de comprender a sua falta de frontalidade.
Há biombos que parecem nunca cair, a oposição do Partido Socialista na Câmara Municipal de Coimbra (CMC) é uma espécie de biombo.
O vereador Paulo Leitão (PSD) é arguido, numa situação directamente relacionada com a gestão da coisa pública na área do urbanismo, e o silêncio do PS/Coimbra incomoda os socialistas.
O actual director de urbanismo da CMC é o segundo a ser constitído arguido num horizonte de sete anos, como assinalou o “Campeão”, sendo que o silêncio do PS/Coimbra incomoda o cidadão.
Porque será? Estratégia? Mas que estratégia de oposição, se não afronta claramente a falta de transparência na gestão da coisa pública?!. Mas que estratégia é esta que só denuncia o que lhe apetece.
Houve um caso de desfalque nos SMTUC, imputado a um funcionário. Foi, provavelmente, muito grave. E agora é tudo muito ligeiro?
Compreendo que o PS/Coimbra ande preocupado com as questões das «repúblicas» estudantis e dos impostos que colocam em risco a sua existência, mas, camarada Carlos Cidade, o problema está na República Portuguesa e nos abusos que ela tem sofrido.
Sem denunciar estes abusos tudo o resto está em causa, até para que não corra aquele vulgo habitual de que “são todos iguais”. Às vezes, fico com a sensação que Carlos Cidade prefere liderar a oposição em vez de ajudar a eleger um executivo socialista.
São sinais, porque os silêncios também falam ou se falam.

(*) Militante do PS

2012/05/01

O AMOR É...VIR E VOLTAR

87% dos turistas querem voltar a Portugal nos próximos 3 anos
Os turistas estrangeiros que visitam Portugal fazem um balanço muito positivo das suas férias (88%) e na esmagadora maioria pretendem regressar a Portugal. Estas são algumas conclusões do estudo Satisfação de Turistas, realizado durante a época baixa para o Turismo de Portugal, à saída dos aeroportos nacionais.
Com a oferta cultural e natural, a par da simpatia das pessoas, a serem os principais factores de satisfação, 87% dos turistas que nos visitam pretendem regressar a Portugal nos próximos 3 anos. De forma geral, o balanço das férias realizadas é muito positivo (88% dos casos), e 40% afirma mesmo que a viagem excedeu as expectativas. De acordo com os resultados do inquérito, os turistas provenientes do Brasil são os mais entusiastas nas avaliações, registando níveis de satisfação superiores à média dos restantes turistas.
A oferta natural e cultural é considerada o “ponto forte” de Portugal, uma vez que as paisagens, praias, monumentos/museus e gastronomia e vinhos são os pontos que registam os níveis de satisfação mais elevados (88%). A simpatia da população local é outro aspecto importante para a avaliação positiva do destino (75%).
Ainda de acordo com o inquérito, Lisboa e Porto são as regiões mais visitadas, sendo a capital mais escolhida pelos turistas espanhóis, holandeses e brasileiros, enquanto os franceses visitam mais o Porto.
Na sua estadia em Portugal, a grande maioria dos turistas (78 %) prefere o alojamento mais qualificado (hotel/apart-hotel/pousada) onde passa, em média, seis noites. Na fase de planeamento, a internet continua a ser o maior impulsionador da escolha de Portugal como destino de férias (33%), seguido do conselho de familiares ou amigos (25%).
O Estudo foi realizado em Março deste ano, envolvendo 600 entrevistas a turistas de Espanha, Reino Unido, Alemanha, França, Holanda, Irlanda e Brasil.
M.F.
30/04/2012

O AMOR É...ATÉ QUE ENFIM

Sinais exteriores de riqueza tiram direito a Rendimento Social de Inserção PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 02 Abril 2012 00:00
377525 Os beneficiários do Rendimentos Social de Inserção (RSI) vão passar a integrar bolsas de trabalhadores ao dispor de câmaras, juntas de freguesia e instituições de solidariedade social. Os que recusarem esse trabalho perdem direito à prestação. Mas não é só. Segundo as novas regras, o mesmo acontecerá a quem tiver carro ou for preso, mesmo que preventivamente. Fonte oficial do Ministério da Solidariedade e Segurança Social, citada pelo Correio da Manhã, afirma que o Governo pretende cortar em cerca de 70 milhões de euros o valor total destas prestações sociais. Assim, desenhou um conjunto de novas regras que permitirá baixar o custo do RSI de 440 milhões de euros (valor previsto para 2012) para 370 milhões.

As novas regras, que são também avançadas pelo Jornal de Notícias e o Expresso, ditam que os beneficiários do RSI passam a perder automaticamente a prestação social caso sejam proprietários de um carro, detenham contas bancárias familiares iguais ou superiores a 25 mil euros ou se recusem a prestar “trabalho útil à comunidade”.

Os beneficiários que ameaçarem ou coagirem funcionários da Segurança Social – têm sido relatados casos de violência de pessoas que tentam dessa forma manter o RSI – também perdem direito à prestação social, assim como os que forem presos. Esta última alínea inclui mesmo presos preventivos.

A renovação do RSI deixa de ser automática e, segundo o Correio da Manhã, só será atribuído após a assinatura obrigatória de um “contrato de inserção”. Este prevê um conjunto de obrigações familiares – frequentar a escola, cumprir o plano de vacinação e estar inscrito num centro de emprego. Os cidadãos estrangeiros só terão direito ao RSI após um ano a viver em Portugal, no caso dos europeus, ou após três anos, no caso dos extracomunitários.

Renovação automática do RSI é prática “perniciosa”, diz CDS

Na sequência das notícias avançadas neste sábado, o líder parlamentar do CDS-PP, Nuno Magalhães, disse desconhecer “em concreto” a proposta de lei, mas defendeu que a renovação automática da atribuição do RSI deve acabar. Nuno Magalhães considera tratar-se de uma prática “perniciosa”.

“Não conheço em concreto a proposta de lei”, declarou à Lusa. “Mas conheço o programa de Governo e as declarações de vários membros do Governo. Consideramos bastante positivas várias alterações que esta proposta de lei, segundo julgamos saber, contém, desde logo a renovação automática de uma prestação que deve ser temporária”. Atualmente, o RSI é «renovado automaticamente, sem as pessoas terem de fazer prova anualmente», disse Magalhães, considerando-a uma prática «perniciosa».

“O RSI é positivo para situações transitórias, para ajudar pessoas que efectivamente se encontram em situação de emergência, não constitui um modo de vida ou um financiamento por parte do Estado”, acrescenta o deputado eleito pelo círculo de Setúbal.


Notícia publicada no Público online

2012/04/27

O AMOR É...DISCURSO


É com enorme prazer que, em meu nome pessoal e em nome do Conselho de Administração da Empresa Municipal Turismo de Coimbra, me associo a este Primeiro Congresso Internacional de Turismo, Lazer e Cultura, subordinado ao tema “Destinos, Sustentabilidade e Competitividade”.

Se dúvidas existissem sobre o êxito deste encontro de reflexão promovido pelos cursos de Turismo da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Departamento de Geografia da Universidade de Coimbra e Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território, em estreita colaboração com a Turismo de Coimbra, Empresa Municipal, elas dissiparam-se face à excelência do painel de conferencistas e individualidades presentes.

Ter em Coimbra, nesta iniciativa, a Exma. Senhora Secretária de Estado do Turismo Dra. Cecília Meireles, os Exmos. Senhores Ministro do Plano e Desenvolvimento de S. Tomé e Príncipe, Vice-Ministro da Hotelaria e Turismo da República de Angola, Presidente da EMBRATUR em representação da Secretária Nacional de Políticas de Turismo do Brasil,  Director Geral do Turismo da Guiné-Bissau, para além de reconhecidos especialistas nacionais e internacionais, dá bem conta da excelente qualidade deste evento científico.

A Câmara Municipal de Coimbra, através da Empresa Municipal de Turismo, congratula-se, pois, por colaborar de forma estreita com os organizadores do Congresso, desejando que este seja um ponto de partida para futuras parcerias, sempre com o objectivo de posicionar Coimbra como local estratégico da actividade turística.

Nesta altura o Turismo conquistou um papel central na economia portuguesa e é hoje líder nas exportações, na sustentabilidade, na inovação e na criação de emprego. Considerando ainda os diferentes indicadores disponíveis e as previsões contidas na proposta de revisão do Plano Estratégico Nacional de Turismo no horizonte de 2015, somos obrigados a fazer uma avaliação muito positiva, já que Coimbra continua a apresentar uma clara tendência de crescimento neste sector.

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Avaliando os dados relativos ao número de turistas que procuraram os postos de turismo da nossa cidade e comparando esses dados com os de 2010, concluímos que a procura turística em Coimbra cresceu, este ano, 8%.

Apesar da satisfação, Coimbra não pode adormecer. Ainda há um longo caminho a percorrer, para afirmar, de forma ainda mais sustentada, a cidade como destino turístico incontornável nos mercados interno e externo, e também como pólo de produção de saber na área do turismo.

É na concretização destes objectivos que a Câmara Municipal de Coimbra, através da Empresa Municipal de Turismo, em articulação com os diversos agentes da cidade, vai continuar a trabalhar.

O reforço da marca COIMBRA é, pois, um objectivo fundamental.
Tal como é imperioso o reforço do peso do sector turístico na cidade.

O esforço considerável que tem sido feito nos últimos anos, para a divulgação de Coimbra como destino turístico de excelência, tem que continuar.
O desafio é fazer mais e melhor!
Procurar aumentar o número de visitantes e o seu tempo de permanência, visando uma melhoria sempre progressiva da sua satisfação, ao proporcionar-lhes experiências que só aqui podem viver.

Para tal, é preciso reforçar e diversificar as actividades promocionais.
No fundo, é necessária uma política consistente de promoção e animação turísticas.

Coimbra é uma cidade com história. Com 900 anos de história enquanto concelho, desde que em 1111 D. Henrique e D. Teresa lhe concederam o foral.
Mas é também uma cidade moderna.
E é neste conjunto harmonioso de tradição e modernidade que tem que assentar uma política forte de promoção turística.

Coimbra tem um enorme potencial turístico, a começar pela “marca COIMBRA”, que facilmente acompanha uma série de produtos estratégicos definidos no Plano Estratétigo Nacional de Turismo, como são a “Saúde e Bem Estar”, o “City/Short breaks”, o “Touring cultural e paisagístico”, a “Gastronomia e Vinho” e ainda, com grande margem de crescimento, as Meeting Industries, onde se centrará em grande medida a aposta da Turismo de Coimbra no futuro.

Urge, pois, um crescente investimento na área M.I.C.E., dando visibilidade a Coimbra, Cidade da Saúde e Educação como “o” destino turístico entre Lisboa e Porto, neste produto estratégico.

Assim, o maior projecto de promoção do turismo prende-se com a requalificação de um espaço patrimonial histórico, como é o Convento de S. Francisco, que se assumirá como Centro de Congressos de Coimbra, conferindo dimensão à oferta e proporcionando qualidade ao produto estratégico das reuniões e congressos.

Não dispomos de uma “Praia Jalé” nem de “Santolas de Neves”;
O nosso rio apesar de doce não se chama “Curubal” e não passamos por “Susana” nem chegamos a “Praia Varela” por uma “Castanha de Cajú”.
Aqui, também não comemos “Moamba de Galinha” a olhar a “Praia das Miragens”, nem a admirar a Welwichia Mirabilis no “Parque Nacional do Iona”;
Não saboreamos a “Muqueca Capichaba”, como aquela que só se come em Vitória do Espirito Santo;
 Não temos dunas de Jericoacoara e, somos só saudade daquela cadeira que foi de Jorge Amado, na varanda do mercado Modelo, com Todos os Santos na nossa frente, na Bahia.

Mas queremos muito, que no intercâmbio de culturas entre os nossos países, com a língua portuguesa sempre a acompanhar-nos, esteja o segredo para um futuro melhor.

·        Esperando poder voltar a encontrar todos no 2º Congresso, termino com um enorme obrigado à organização deste primeiro Congresso de Turismo, Lazer e Cultura da Cidade de Coimbra, na pessoa da Exma. Senhora Professora Doutora Fernanda Cravidão.
·        Obrigado

Presidente do CA da Turismo de Coimbra, EM
Luis Providência