2011/08/07

O AMOR É...LOJA AZUL

O AMOR É...GRAVATAS

 Gravatas e aventais

Por Helena Matos

Enquanto as gravatas lá andam no domínio do simbólico, os aventais da maçonaria movem-se no domínio do material
Portugal é um país que adora entreter-se com aparentes futilidades - no caso as gravatas -, enquanto ilude o que é verdadeiramente importante - ou seja, os aventais. Pelo que li, nas últimas semanas o país tem vivido uma guerra entre aventais, ou mais precisamente entre as diversas lojas maçónicas em que colocam o avental de irmãos diversos membros dos serviços secretos e de informações. Mas o que na verdade nos inebria é a decisão da ministra Assunção Cristas de abolir as gravatas no seu ministério, coisa que começou por ser apresentada como uma medida visando a poupança de energia e já vai a caminho de ser celebrada como um acto que, segundo a deputada Elza Pais, se "poderá traduzir na emergência de novas masculinidades, essas sim, fundamentais para mudar de paradigma".

Das energias tratarei noutro lugar, pois se existem muitas alternativas no que respeita às energias. O mesmo não se pode dizer dos símbolos fálicos (ao que consta as gravatas serão um símbolo fálico), coisa que até este bendito tempo nunca foi problema, antes pelo contrário, mas agora é. Vivemos rodeados de símbolos e francamente os símbolos fálicos parecem-me tão estimáveis quanto os outros. Presumo que os saltos altos nas mulheres devem ser um símbolo doutra coisa nefanda qualquer. Isto para já não falar dos soutiens, dos vestidos e das saias, que nestas coisas do simbólico o feminino é sempre mais reiterativo. Por este andar acabaremos, homens e mulheres, vestidos com aqueles fatos de poliuterano que fizeram a fortuna dos nadadores, de touquinha a cobrir os cabelos e quiçá com as mulheres cobertinhas de pêlos, pois ainda se há-de dar o bendito caso de a depilação passar a ser vista como um sinal da submissão feminina à sociedade falocrática.

Como é que dos homens sem gravata vão emergir novas masculinidades e por alma de quem é que tal coisa deverá acontecer e ainda por cima nos é apresentada como positiva é que me parece uma reactualização perigosa dos mistérios da fé. Mas não duvido que ainda vamos no princípio desta luta contra a falocracia das gravatas. E sou mesmo levada a acreditar que, caso os membros da maçonaria em vez de aventais (coisa tida como feminina) usassem uns adereços mais fálicos, talvez merecesse mais atenção o que acontece nessa sociedade de que alguns compagnons dessa route gostam de dizer que de secreta passou a discreta.

Antes de passarmos à maçonaria propriamente dita convém que faça uma declaração de desinteresse: não tenho qualquer interesse ou simpatia por sociedades secretas ou discretas e numa democracia nem percebo a sua razão de ser. Irrita-me solenamente a presunção dumas pessoas que a si mesmas se definem como homens bons e sobretudo todos aqueles rituais de igreja a fazer de conta que não é igreja, mais os aventais e os martelos que me parecem muito, mas mesmo muito ridículos. Tal como as gravatas parecerão a outros. Mas enquanto as gravatas lá andam despojadamente no domínio do simbólico, os aventais da maçonaria movem-se cada vez mais no domínio do material. Não há na política deste país negócio obscuro, tráfico de influências, cumplicidades entre público e privado que não nos levem à irmandade dos aventais. Para cúmulo somos também informados de que os membros dos serviços de informações têm outras lealdades para lá daquelas que devem ao país e que inevitavelmente conduzem a esse enredo de lojas, grémios e orientes.

Se alguns milhares de homens deste país se sentem felizes por andar de avental, chamando-se irmãos e dizendo-se homens bons, essa é sinceramente uma coisa que não nos diz respeito e a mim me causa particular fastio. Mas a democracia que somos tem o dever de investigar o tráfico de influências em que justa ou injustamente a maçonaria surge no cerne e muito particularmente os partidos, sobretudo o PS e o PSD, têm de ser capazes de olhar para dentro e analisar as consequências para si e para o país das cumplicidades maçónicas de muitos dos seus dirigentes.

Deixemos as gravatas em paz e já agora os símbolos fálicos e a masculinidade também, que bem precisam. E preocupemo-nos com os aventais que, ó deliciosa vingança feminina!, se tornaram no símbolo daquilo que em Portugal o poder não pode e muito menos deve ser. Ensaísta

P.S. É curioso como os jornalistas que investigam todos aqueles que por razões políticas contactaram ou foram contactados pelo terrorista de Oslo esquecem nessa averiguação os seus irmãos maçons.

2011/06/03

O AMOR É...5 DE JUNHO


Propostas Eleitorais CDS
Confira as propostas eleitorais do CDS


O CDS-PP procura nestas eleições conquistar uma posição, que lhe permita voltar a governar. Depois de ter governado em coligação com o PSD de 2002 a 2005, o partido liderado por Paulo Portas tem-se revelado nos últimos meses um dos maiores contestatários do Governo de José Sócrates.
Confira algumas das propostas eleitorais do CDS: 
Economia
Limitar o endividamento do Estado na Constituição é uma das medidas propostas pelo CDS com o objectivo de evitar excessos como os actuais, a que se juntam outras como a suspensão do TGV ou o adiamento do novo aeroporto de Lisboa. A avaliação das actuais parcerias público-privadas (PPP) e a proibição da celebração de novas até conclusão dos projectos em curso são outras propostas de impacte económico assumidas pelo partido liderado por Paulo Portas. O CDS propõe ainda o fim das golden shares (participação do Estado em empresas que competem directamente com operadores privados) e a reforma da missão da CGD que deve focar-se “no apoio às PME”.
Política Fiscal
Para o CDS, a equidade fiscal é fundamental em tempo de austeridade. “Há formas de aumentar a receita que tornam evitáveis aumentos da carga fiscal”. O combate à fraude e à evasão fiscal é outra das bandeiras dos centristas.
Educação
O CDS defende o investimento nos jovens e apostará numa despesa eficiente, apoiando a contratualização na educação. Pretende ainda dar maior autonomia ao ensino público.
Administração Pública
O CDS promete a reforma do mapa administrativo, reduzindo o número de municípios. A extinção dos Governos Civis é outra medida em que os dois partidos de direita concordam.
Saúde
O CDS aponta as suas propostas no sentido de aumentar a participação do Estado no planeamento da rede nacional de equipamentos de saúde e na manutenção do Serviço Nacional de Saúde gratuito e acessível a todos os cidadãos. Defende também a correcção urgente de desperdícios e ineficiências. A distribuição de medicamentos por unidose é uma das propostas concretas de Paulo Portas.
Justiça
O partido de Paulo Portas defende maiores poderes para o Presidente da República para “responsabilizar” a Justiça, a criação do Conselho Superior do Poder judicial para substituir o Conselho Superior de Magistratura e o Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais. Chama também a atenção da necessidade de adopção de um novo modelo com processos judiciais mais simples
Agricultura, Pescas e Florestas
O CDS defende uma aposta “fortíssima” nos sectores produtivos que considera estratégicos. Agricultura, Floresta, Mar, Turismo, Indústrias Criativas, Cultura e Lazer são “vantagens naturais diferenciadoras” que o país possui e onde tem “grande potencial competitivo”. O CDS defende por isso a criação de políticas públicas que se concentrem em aumentar as exportações nestas áreas.
Confira mais informações sobre o CDS-PP

2011/06/01

O AMOR É...GENIAL

> GENIAL
>
>
> Um homem, voando num balão, dá conta de que está perdido. Avista um
> homem no chão, baixa o balão e aproxima-se:

>
>
>
>
> - Pode ajudar-me? Fiquei de encontrar-me com um amigo às duas da
> tarde; já tenho um atraso de mais de meia hora
> e não sei onde estou...
>
> - Claro que sim! - responde o homem: O senhor está num balão, a uns
> 20 metros de altura, algures entre as
> latitudes de 40 e 43 graus Norte e a longitude de 7 e 9 graus Oeste.

>
> - É consultor, não é?
>
> - Sou sim senhor! Como foi que adivinhou?
>
> - Muito fácil: deu-me uma informação tecnicamente correcta, mas
> inútil na prática. Continuo perdido e vou
> chegar tarde ao encontro porque não sei o que fazer com a sua
> informação...


> - Ah! Então o senhor é socialista!
>
> - Sou! Como descobriu?
>
> - Muito fácil: O senhor não sabe onde está, nem para onde ir,
> assumiu um compromisso que não pode cumprir e
> está à espera que alguém lhe resolva o problema. Com efeito, está
> exactamente na mesma situação em que estava
> antes de me encontrar. Só que agora, por uma estranha razão, a culpa
> é minha!...

2011/05/08

UMA NO CRAVO, OUTRA NA DITADURA


Uma no cravo, outra na ditadura

Responder à questão sobre se devemos (continuar a) festejar o 25 de Abril em 2011, no meio de uma crise económica e social que assola o país e ameaça limitar-lhe a autonomia como não aconteceu no tempo dos Filipes, poderia ser visto como resolver o problema das pontes de Königsberg.
Tentarei, em 700 caracteres, dar uma hipótese de solução a este “problema”.
Se por um lado acredito que o desvirtuar dos objectivos inicialmente traçados no 25 de Abril de 74, atribuíveis aos responsáveis pelo PREC (MFA, PCP, …), abriu o caminho ao 25 de Novembro de 75, verdadeiro momento da liberdade plena, porque democrática, e por isso possa ser festejado;
 Por outro, entendo que à luz dessa liberdade e democracia, um conjunto de responsáveis políticos em Portugal se tem esforçado em demonstrar, assumindo comportamentos de claro abuso da coisa pública, que este não é o melhor regime, permitindo comparações (pe.crescimento económico) com a ditadura, capazes de desmotivar e desmoralizar o mais convicto dos capitães de Abril.

Luis Providência
Abril de 2011

2011/04/08

JURANDIR LIBERAL

Na Câmara Municipal do Recife com o Presidente Jurandir Liberal e Vereadores

EQUIPA DE LUXO

2011/03/30

O AMOR É...PERNAMBUCO

CHEGADA AO RECIFE, 19 DE MARÇO
CONCENTRAÇÃO NO HOTEL MARANTE

Lula da Silva

LULA DA SILVA 
DOUTOR HONORIS CAUSA NA SALA DOS CAPELOS 
UNIVERSIDADE DE COIMBRA